Coorlece - Cooperativa de Otorrinolaringologia do Estado do Ceará

Cirurgias Nasais

Septoplastia por videoendoscopia  x  Septoplastia (qualquer técnica) sem vídeo

Septo Nasal é uma estrutura vertical formada por cartilagem e osso localizada no nariz e que divide esta cavidade em duas outras, narina direita e esquerda.
 
Uma das patologias mais frequentes desta região é uma deformidade que pode ser adquirida ou hereditária, o desvio de septo nasal.
 
A correção desta deformidade é feita através de um procedimento cirúrgico chamado septoplastia. Deve ser operado aquele desvio que causa algum transtorno para a vida do paciente. A principal indicação cirúrgica é a obstrução nasal persistente, que causa um impacto significativo na qualidade de vida do indivíduo. Porém se o paciente não se sente incomodado, não acha que respira mal pelo nariz, não há indicação cirúrgica. Este procedimento pode ser realizado através de duas principais técnicas:
  1. Septoplastia por videoendoscopia
  2. Septoplastia (qualquer técnica) sem vídeo
 
A septoplastia por videoendoscopia, como o próprio nome já diz, é realizada com o uso de equipamentos especiais chamados endoscópios cirúrgicos. Na condução desta cirurgia com este tipo de instrumental consegue-se um elevado nível de segurança, principalmente no que se refere à complicação mais temível desta cirurgia que é o sangramento, e permitindo que o paciente saia da cirurgia sem tampão nasal. Outra vantagem desta técnica em relação à outra sem vídeo é o maior respeito à anatomia, pois se consegue uma melhor visualização das estruturas nasais e próximas a esta o que, na prática, reduz-se o risco de reoperações. A septoplastia por videoendoscopia é cirurgia que vem sendo feita corriqueiramente em grandes centros, inclusive no nosso Estado. A Cirurgia Endoscópica Funcional dos Seios Paranasais (Cirurgia de Sinusite) apresenta as mesmas vantagens quando realizada com a técnica por vídeoendoscopia, o que tornou a técnica sem vídeo obsoleta. 
 

Aparelhagem de Videocirurgia


Esse material que normalmente está inserido dentro do centro cirúrgico requer para seu manuseio um treinamento específico e continuado por parte do cirurgião que o manipula. Desta forma, tem-se solicitado sistematicamente por parte dos otorrinolaringologistas junto aos convênios a técnica que melhor traz benefício para o seu paciente, no caso a cirurgia nasal por videoendoscopia. 
 
Estes procedimentos constam em códigos na tabela CBHPM (Comissão Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos). Entretanto, mais por motivos políticos do que propriamente técnico-científicos, esta técnica não se encontra no ROL de procedimentos obrigatórios da Agencia Nacional de Saúde (ANS), o que faz com que alguns convênios relutem em autorizar a técnica que traz melhores benefícios ao paciente. 
 
Nestes casos os otorrinos do Estado que fazem parte da Cooperativa do Estado do Ceará - COORLECE, como forma de valorizar anos de estudo e empenho técnico-profissional, tem feito de maneira justa a cobrança da diferença do valor dos honorários entre as duas técnicas, a “por videoendoscopia” (que está sendo de fato realizada pelos otorrinos) e a “sem vídeo” (que o convênio autorizou).
 
 

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