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Coorlece - Cooperativa de Otorrinolaringologia do Estado do Ceará

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Diabetes e perda auditiva: qual a relação?



A diabetes é uma doença caracterizada pelo alto nível de glicose no sangue de um indivíduo. Afetando milhões de brasileiros atualmente, merece a devida atenção. Quando não adequadamente controlada, a diabetes é capaz de atingir determinadas células do corpo e comprometer órgãos fundamentais. 
 
Já era de conhecimento médico que a doença provocava insuficiência renal, amputação de membros, doenças cardiovasculares, infarto e cegueira. Porém, um estudo desenvolvido no Reino Unido apontou mais uma deficiência derivada da diabetes: pacientes nessas condições apresentam maior probabilidade de perder a audição quando comparados a indivíduos saudáveis.
 
Causas
 
Qualquer doença capaz de afetar os tecidos vasculares e nervosos afetam as células de determinada local e comprometem a funcionalidade desse campo no corpo. No caso da audição, o índice exagerado de açúcar no organismo danifica os vasos sanguíneos na área auditiva e pode levar à surdez. 
 
Dessa forma, a capacidade de transmissão do som e a sensibilidade de partes essenciais no processo pleno de audição são afetadas. O nível excessivo de glicose pode, inclusive, causar infecções no canal auditivo de pessoas já portadoras de aparelhos específicos para a deficiência. As paredes da cóclea, parte fundamental do ouvido interno, tendem a estreitar-se e existe uma perda de células importantes para a tarefa devido ao número de açúcar exagerado. 
 
Não só a grande quantidade de açúcar no sangue (hiperglicemia) como também a pouca quantidade (hipoglicemia) são capazes de alterar a cóclea, parte essencial do ouvido interno por fatores diversos. O grande vilão é o desequilíbrio.
 
Sintomas
 
Permanecer atento aos sintomas é de extrema importância para o tratamento de tal deficiência, potencializando a eficiência dos cuidados. Aspectos comumente passados desapercebidos como tonturas, incapacidade de entender plenamente uma conversa e zumbido frequente são indícios merecedores de atenção. 
 
A sensação de frequentemente não compreender o que as pessoas falam, necessitando de uma repetição é preocupante. Além disso, o hábito de ouvir e assistir tv, rádio  e outros meios em volumes acima dos comumente utilizados por outros indivíduos é outro importante indicador de perda auditiva.
 
Diagnóstico
 
O diagnóstico dessa deficiência costuma ser difícil. Os sintomas são gradativos, e os pacientes acabam percebendo a surdez em um estado agravado, prejudicando a eficiência do tratamento.
 
Para evitar essa situação, é fundamental permanecer realizando exames periodicamente após a descoberta da diabetes, a fim de detectar precocemente a perda auditiva ou qualquer outra mazela advinda da doença inicial.
 
Tratamento
 
Primeiramente, uma dieta balanceada e a prática regular de exercícios físicos são fundamentais no controle da glicemia, ajudando também a prevenir demais consequências da diabetes, como a perda auditiva. 
 
Em casos nos quais o estágio da deficiência está mais avançado, o problema é resolvido por meio do implante de um aparelho auditivo. O médico orienta o paciente de acordo com as especificidades de cada contexto. O acompanhamento profissional deve ser encarado como obrigatório. 
 
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